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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Explicações - sumiço

   Olá pessoal!Conversando com duas amigas semana passada, me dei conta do tempo (Enorme!!) que passei sem passar por aqui. Os motivos foram vários, mas não vou ficar aqui colocando a culpa nisso ou naquilo. Deixei o tempo passar e gostaria de pedir desculpas.

   Tenho uma ÓTIMA notícia para dar!! Com 5 anos e meio João ficou finalmente livre de sua alergia alimentar!! Foram momentos de muita alegria, medo de tudo voltar, e muitassssss descobertas para nós e para ele. Comeu pela primeira vez coisas que todas as crianças comem, a maioria come em idades muito inferiores a essa dele. A primeira vez que comeu brigadeiro fez uma cara horrível, e detestou por algum tempo, rs. Hoje ele já come e adora!! Queijo e tudo relacionado a ele, João detesta!!rs. Assim como os ovos, nenhuma forma de servi- los João curtiu. E ainda está descobrindo vários sabores diferentes. Há bem pouco tempo comeu um sorvete de casquinha pela primeira vez e se sujou todo!!! Foi muitooo fofo!!Enfim, muitos gostos novos: pizza, chocolates de várias formas, bolos variados, nuggets, salgadinhos, biscoitos... Um monte de porcarias também,rs. Algumas gostou muito, outras nem tanto, umas nem chega perto, hehe. Continuamos super adeptos a uma alimentação mais saudável, porém, as porcarias estão liberadas em eventos, nos fins de semana, em alguns momentos. Em todas essas descobertas tiro fotos e me emociono. Desejo de coração que todos os alérgicos passem por essas deliciosas experiencias. 

  O irmãozinho do João já cresceu um pouquinho e hoje tem 1 ano e meio. Quem acompanha aqui ja sabe, não fiz nenhuma restrição alimentar na gravidez e nem tão pouco na amamentação. E tivemos um ótimo resultado!! Ele não apresentou, até agora, reação a nenhum alimento.

  Outro motivo pelo qual me afastei, foi que estou em um momento de redescoberta, buscando novos ares profissionais, me reinventando e me sentindo realizada, feliz e animada!! A fotografia veio com tudo! E apesar de desconfiar que já iria curtir essa carreira, estou realmente surpresa com a animação e vontade de aprender mais e mais, que tem aparecido em mim. A cada curso, a cada evento, a cada clicada, vejo que estou no caminho certo. Estou juntando material para começar outro blog agora, desta vez um blog com imagens, momentos de alegria, de emoção. Será feito com muito  carinho, assim como fiz este aqui. E espero poder contar com vocês lá na visualização também. Quando o blog estiver pronto eu volto para postar o endereço. Entretanto, devo abrir primeiro a fan page no facebook( Letícia Maia fotografia), ainda não está no ar, mas logo logo estará, quem quiser conhecer, eu adorarei a presença, os comentários, as trocas de ideias que sempre tivemos aqui. Beijocas grandes em todas as crianças, espero que o momento de alívio, alegria e emoção de ver seus filhos livres dessa alergia chata chegue logo para todos!! 

segunda-feira, 31 de março de 2014

#POENOROTULO

  Já falei aqui, mais de uma vez, sobre problemas com rotulagem de produtos industrializados, e da necessidade de conferir com TODOS os fornecedores de produtos industrializado os reais ingredientes de cada produto, já que os rótulos não são nenhum pouco confiáveis. Pois então, com isso em mente, muitas mães de alérgicos, espalhadas por todo Brasil se uniram e começaram a Campanha #POENOROTULO - facebook da campanha - Com o objetivo de  ter a certeza que nossos alérgicos comem com segurança, a campanha solicita que a rotulagem de todos os produtos venham com informações precisas sobre alérgenos, não só o leite, mas também: soja, ovo, crustáceos, glúten...entre outros. Nós da A Cozinha de João sempre apoiamos a melhor informação nos rótulos e também melhor informação passada pelos médicos, que muitas vezes falham no tratamento da alergia ( isso já uma oura "briga") e por isso estamos super dentro dessa luta. Quem sabe, juntos podemos conseguir mudanças e melhoria na vida dos alérgicos. 




segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Continuação da introdução de novos alimentos.

  Para continuar com a introdução de novos alimentos, passamos a usar o leite em pó para fazer pães e outras receitas ( depois vou abrir uma nova página com essas novas receitas; já com leite, porém ainda sem ovos).  João reagiu extremamente bem, não teve nada. Comeu também biscoitos, que adorou! Ele nunca tinha comido frios e teve sua chance ( não sou fã de dar sempre, mas poder as vezes já é uma coisa boa). Entretanto não é tudo que ele se dispõe a provar, há alimentos que ele logo diz que não gosta e se recusa. Claro que não vamos forçar, afinal é muita novidade e isso pode assustar a criança. Aos poucos vamos colocando novidades para ele e ainda observando se reage ou não. Até agora estamos muito animados. Veremos como continua...próxima etapa será a vez dos derivados diretos...
  Outro ponto também é nosso reaprendizado dos alimentos que podem ou não ser oferecidos. Há anos estávamos condicionados e já sabíamos o que dar ou não, agora, devemos reaprender e saber o que leva ovos e ignorar o leite e a soja. Confesso que ainda me vejo procurando leite nos rótulos,rs. Juntos chegaremos lá,rs. Esperem novos resultados...

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Resultados dos exames. Super surpresa!

  Como comentei no começo do ano, estava na hora de refazer os exames de sangue do João. Fizemos os de sempre, IgE total, e específicos para algumas alergias alimentares: leite total e suas ptns separadas, ovo e suas ptns, soja, milho, trigo e acrescentamos desta vez o camarão. Como no meio do ano passado já tivemos uma boa notícia com a soja, e os resultados do ovo e do leite não mudavam, na verdade do ovo sempre aumentou, não esperávamos melhora nenhuma. Quando vi o resultado, gritei e amassei o João,kkkk. Para a nossa surpresa todos os resultados do leite zerados!!!!!!!!!!!! E os dos ovos pela primeira vez diminuíram! Mas ainda significativos. O camarão veio bem alto e os outros, como esperado, zerados. Voltamos ao médico e fizemos os testes, no consultório, na pele. Zerados. Então, fomos liberados para testes com leite de vaca. E como fazer isso? Primeiro com todos os remédios ao lado, demos um copinho descartável ,de café, de leite em pó diluído. Normalmente um copo de leite tem 2 colheres de sopa de pó do leite e completa com água. O nosso, foi meia colher de sopa do pó para o copo de leite. Observamos por 2horas. Como não vimos nenhuma reação demos mais um copinho. E observamos por 48 hs. Mais uma vez sem reação!!! Parecia até um milagre! Com essa resposta magnífica, começaríamos a retirar os cuidados com os traços. Paramos de usar esponjas separadas e separar talheres. Também tivemos ótimas respostas. Desta forma, começamos a dar alimentos com traços de leite e cozidos, não a proteína crua. Foram biscoitos e pães com traços. Mais uma vez sem reação. Agora será a vez dos alimenttos que contenham leite, mas ainda cozidos. Volto com as respostas... Curiosidade: João detestou o leite em pó!hehe.
   E nós, piscicologicamente como ficamos? Nossa, no começo é só alegria, mas confesso que é muito difícil dar os primeiros alimentos, preciso tentar não mostrar a ele como estou tensa e preciso aprender a olhar os rótulos com outros olhos. Não é fácil, afinal foram 4 anos de dieta, vê-lo comendo algumas coisas dá um medo estranho,rs. Mas vou superar e vamos vencer essa!
  Aguardem novos resultados...e vamos aos testes...

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Dieta alimentar para mamães grávidas.

  Esse é um assunto que muita gente tem curiosidade e interesse. Mas como quase tudo em na nossa realidade de alérgicos alimentares, não temos uma resposta única, certa, e que tire todas as dúvidas. Médicos nessa área ainda têm muito o que aprender, descobrir e esclarecer. Existem vários especialistas, que estudam sobre o mesmo assunto: alergia alimentar, e mesmo assim chegam a conclusões super variadas. Já conversei com muita gente sobre o assunto e vi modos mil de se lidar com uma segunda,terceira, quarta...gravidez, depois de ter tido um bebê com algum caso de alergia alimentar. O caso é tão difícil que cada pessoa acaba escolhendo confiar no que lhe é mais plausível, dependendo de suas experiências anteriores, e de maneiras tão diferentes as vezes se têm o mesmo resultado.
  Conheço amigas cujos médicos/nutricionistas/especialistas.. mandaram fazer dieta desde o início da gestação, e assim foi feito; uma mulher adulta com uma rotina atarefada, como a de todas nós, teve que fazer dieta de leite e seus derivados por 8/9 meses. Outros médicos acreditam que não é necessário fazer a dieta no começo da gravidez, e sim somente no último trimestre; mais uma vez a mãe segue e faz a dieta. Outros médicos acreditam não ser necessário realizar a dieta nenhuma e deixam a mãe livre de qualquer restrição. Já um quarto grupo, incentiva justamente o contrário, dizem que há estudos que indicam que mulheres que consomem lactobacilos no fim da gravidez ajudam ao bebê não apresentar a alergia, nesse caso a mãe consome bastante derivados. Resultados em todos os casos: os segundos filhos não apresentaram alergia!!! O que então foi o fator crítico e decisivo aqui? 
   O que é fato é que ninguém faz dieta de restrição nenhuma até ter um filho com alergia, sendo assim, por que algumas crianças têm outras não? Ainda não temos resposta para isso. Desta forma, como saber como agir nas gestações posteriores? Não tenho como esclarecer essa pauta, o que cada uma deve fazer é seguir seus instintos, seu coração e aprender a questionar sempre, não aceitar a primeira opinião que ouvir, sempre querer saber mais, para só depois poder tomar uma decisão de que caminho seguir. No final se os filhos dessas gravidezes posteriores tiverem alergia, a mãe sempre se sentirá culpada, e pensará se seguiu o caminho certo ou não. Por isso, para diminuir essa culpa( entre tantas outras que toda mãe já sente), a decisão deve ser muito bem fundamentada e pensada. 
  Vamos trocar experiencias? O que foi recomendado a vocês, ou a alguém que conheçam? Vamos pensar juntos e tentar esclarecer um pouquinho mais desse assunto tão difícil? Deixem suas experiências. E boa sorte a todos em mais essa decisão.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Viajando com alérgico alimentar - Bariloche

  Esse ano voltamos a Argentina, porém, fomos Bariloche desta vez. Como ano passado, não tivemos problemas em encontrar lugares para João, e nós, comermos. Entretanto, a variedade foi quase nula e confesso que no fim eu já não aguentava mais comer a mesma comida todo dia,rs. Porém, acho q vale a pena viajar, fazer algo diferente, deixar a criança aproveitar a vida, mesmo com alergia alimentar. 
  Para acomodação escolhemos ficar em apartamentos ao invés de hotéis, pela facilidade de poder cozinhar a janta para o João todos os dias e também, para evitar os cafés da manhã "maravilhosos" que não poderíamos chegar nem perto. Assim, como antes, levamos muitas torradinhas e essas eram nosso café quase todos os dias. Em outros, conseguimos encontrar pão francês e o utilizamos também.Para acompanhar? Sucos. Como agora João não está mais com o leite em pó, não levamos o leite dele. E todos tomamos sucos. Sei que a maioria das pessoas não acha legal cozinhar nas férias, mas nós sabemos que as famílias de alérgicos alimentares têm que se adaptar, e muitas vezes, inclui um sacrifício, neste caso, o de cozinhar. Eu nem me importo, achei bem tranquilo fazer o jantarzinho dele. Foi uma ótima solução.  O que preparávamos? Legumes cozidos e filés de carne ou frango. Super rápido e João comia tudo. 
  Nos restaurantes, escolhíamos sempre a mesma coisa, por não haver mesmo outra opção. Não tão saudável, pois sempre comíamos batata frita, entretanto, é uma viagem , não dia a dia, algumas concessões para deixar a vida mais fácil, não vão matar ninguém. Então, era batata frita com bifes. Até hoje, quase dois meses depois, não estou muito amiga da carne,rs.  
  No avião, solicitamos comida especial, mas não foi uma  opção completamente satisfatória,tendo em vista que como ele não pode soja também, tivemos que descartar quase tudo. Só valeu pela salada de frutas. Assim, mesmo quando parece que há uma outra solução, é sempre imprescindível termos nossas comidinhas guardadas na bolsa. E essas também são fundamentais para o dia a dia da viagem, nos passeios são sempre usadas de lanche.
  Mais uma vez reforço que acho super válido viajar com um alérgico alimentar. Tendo sempre a segurança em primeiro lugar e se preparando bastante, fazendo pesquisas de restaurantes desde antes do embarque. E não esquecendo de levar opções de sobra para comer em caso de algo dar errado.Ainda, é fundamental levar uma receitinha médica com todos os medicamentos que poderão ser necessários.  Fomos, curtimos e voltamos sem crises. Recomendo.  

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Leite de Aveia

  Esse mês tive problemas de encontrar o leite de alérgico que João toma, fiquei sabendo que seriam problemas na alfandega, enfim...pensando em outras possibilidades, comprei um leite de aveia. Já tinha testado leite de arroz, mas achei muito ruim e João também não gostou. Com leite de aveia, tive uma melhor impressão, lembra um leite de soja, porém com sabor mais suave. Mas...João também não gostou, nem puro, nem batido com banana(como ele toma seu leite especial). Tadinho, pediu até o leite que toma todos os dias, que é muitooo horrível. Mais uma prova que gosto é hábito, porque quando começou a tomar seu leite especial, ele detestava e não queria tomar de jeito nenhum, agora o prefere. De qualquer forma, acho que seja uma boa opção em situações que não encontrarmos o outro, ou em uma viagem. 

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Luta nossa de cada dia...

  Todos nós, mães e pais(nem digo o resto da família, porque nem os mais próximos entendem como nós - algumas vezes até atrapalham) de crianças com alergia alimentares, sabemos o quanto é difícil ir ao mercado comprar qualquer alimento para nosso filhos. Já, inclusive comentei neste blog, que existem possíveis perigos onde nem imaginamos. Então, o que fazer? Ler os rótulos, certo?!?! Em nosso caso, a resposta estaria errada. Os rótulos não dizem tudo!! E as empresas se escondem por trás de não serem obrigadas a revelar que pode conter proteínas do leite(soja, ovos, amendoim..), assim como são obrigados a revelar o Glúten. Pessoalllll, atenção: todas essas proteínas escondidas são perigosas para alérgicos! A saúde de um grupo não é mais importante que a de outro!! Com esta indignação em mente, uma companheira nessa realidade, compartilhou em seu blog a sua revolta. Lendo pode-se ter uma ótima visão de nosso dia a dia: http://malucontraaalergiaalimentar.blogspot.com.br/2012/08/o-perigo-dos-tracos.html  Falou muito bem. E só devo acrescentar que, não só os alimentos são perigosos, existem os medicamentos!! Em vários há perigos!! Acredito que um dos maiores seja os corantes. Compramos um medicamento, que não contém na embalagem alerta sobre qual corante ele possui e a farmácia muitas vezes não sabe te responder. Para saber, abrimos o produto, e quando a criança não pode usar, fazemos o quê? Quem vai ficar com este prejuízo? Mais uma vez, nós!
  Empresas alimentícias e farmacêuticas, queremos mais respeito!

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Alergia alimentar


Nos casos de alergia alimentares, temos entre outras a alergia a leite de vaca, uma das mais comuns, porém, não é a única. Aqui vão algumas dicas e informações importantes.
O que é?
A alergia alimentar é uma reação indesejável que ocorre após a ingestão de determinados alimentos ou aditivos alimentares.
O termo hipersensibilidade alimentar (geralmente usado como sinônimo de alergia alimentar) pode ser definido como uma reação clínica adversa, reproduzível após a ingestão de alergenos (substâncias que desencadeiam a alergia) presentes nos alimentos, causados pela exposição a um estímulo em uma dose tolerada por pessoas normais.
A alergia alimentar sempre envolve um mecanismo imunológico, expressando-se através de sintomas muito diversos. A alergia alimentar é, simplificando ao máximo, uma resposta exagerada do organismo à determinada substância presente nos alimentos.
Como podem ser as reações alimentares indesejáveis?









Reações tóxicas
causadas por ação de toxinas ou por agentes infectantes. Secundárias à ingestão de alimentos contaminados, costumam se apresentar agudamente com febre, vômitos e diarréia.

Não tóxicas por
Intolerância alimentar (exemplo: intolerância à lactose (falta da enzima lactase que desdobra o açúcar lactose). Ela não é imunomediada).
Hipersensibilidade (alergia) é uma reação desencadeada por mecanismos imunológicos específicos, com resposta anormal ou exagerada a determinadas proteínas alimentares que podem ser mediadas por IgE (imunoglobulina E, proteína ligada a fatores de defesa) ou não.
Qual a freqüência da alergia alimentar?
As reações alimentares de causas alérgicas verdadeiras acometem 6-8% das crianças com menos de três anos de idade e 2-3% dos adultos. No entanto os pais acreditam que a incidência de alergia alimentar em seus filhos alcance 28 %.
Os indivíduos com outras doenças alérgicas apresentam maior incidência de alergia alimentar?
Sim. Pacientes com outras doenças alérgicas apresentam uma maior incidência de alergia alimentar, por exemplo, 38 % das crianças com Dermatite Atópica têm de alergia alimentar e 5% das com asma.
Quais são os fatores mais envolvidos na alergia alimentar?  

Predisposição genética, (50 % dos pacientes com alergia alimentar possuem história familiar de alergia).

A capacidade de certos alimentos de produzir alergia.

permeabilidade do sistema digestivo.

falha dos mecanismos de defesa, ao nível do trato gastrintestinalQue alimentos são mais envolvidos nos casos de alergia alimentar?
Entre os alimentos mais envolvidos encontramos: ovo, peixe, farinha de trigo, leite de vaca, soja e crustáceos. As reações graves (anafiláticas) estão, na maior parte das vezes, relacionadas à ingestão de crustáceos, leite de vaca, amendoim, e nozes.
Os corantes, conservantes e aditivos alimentares?
As reações adversas aos conservantes, corantes e aditivos alimentares são raras, mas não devem ser menosprezadas.
Como se manifestam as alergias alimentares?
A maior parte dos sintomas surge minutos a duas horas após a ingestão. Tanto a natureza da reação como seu tempo de início e duração são importantes para estabelecer o diagnóstico de alergia alimentar. As reações cutâneas (que envolvem a pele) mais comuns são: urticária, inchaço, coceira e eczema; do sistema digestivo: diarréia, dor abdominal, vômitos, do aparelho respiratório: tosse, rouquidão e chiado no peito. Em crianças pequenas, a perda de sangue nas fezes, pode ocasionar anemia e retardo do crescimento.
Reação anafilática o que é?
É uma reação grave, potencialmente fatal, de início súbito, que demanda socorro imediato. A anafilaxia (reação anafilática) é desencadeada pela liberação maciça de substâncias químicas que despertam um quadro grave de resposta generalizada. Remédios, picadas de insetos, alimentos, etc., podem ser os desencadeantes. Em situações excepcionais o alimento induz o aparecimento, de coceira generalizada, edema (inchaços), tosse, edema de glote, rouquidão, diarréia, dor na barriga, vômitos, aperto no peito com queda da pressão arterial, arritmias cardíacas e colapso vascular (“choque anafilático”).
O que é síndrome de alergia oral?
É uma manifestação de alergia alimentar que ocorre após o contato da mucosa oral com determinados alimentos. As manifestações são instantâneas: coceira e inchaço nos lábios, palato e faringe.. Os alimentos freqüentemente envolvidos são: frutas como:melão, melancia, banana, pêssego, ameixa, e aipo.
Como o médico pode fazer o diagnóstico de alergia alimentar?
O diagnóstico depende da interpretação conjunta da história clínica minuciosa, dos dados do exame físico acompanhados dos exames laboratoriais.
Na história clínica, são importantes as informações sobre os alimentos ingeridos. Em algumas situações é possível correlacionar o surgimento dos sintomas com a ingestão de determinado alimento, em outras o quadro não é tão evidente. O chocolate raramente causa alergia,quando isto acontece, torna-se necessário pesquisar alergia ao leite de vaca ou à soja, usados em sua fabricação.
Uma história precisa é importante para determinar o “timing” da ingestão e o aparecimento dos sintomas, o tipo de sintomas, os alergenos alimentares que possam estar causando o problema, e o risco de atopia (ter vários tipos de alergia). A eliminação de um antígeno fortemente suspeito durante algumas semanas é geralmente usada na prática clínica para auxiliar no diagnóstico de alergia alimentar. Há a necessidade de testes diagnósticos confiáveis para a alergia alimentar.
Os testes alérgicos? 

O (skin prick test) teste cutâneo, e a detecção de anticorpos IgE específicos na corrente sanguínea são mais valiosos quando negativos, já que sua alta sensibilidade os torna aproximadamente 95% precisos para excluir reações mediadas por IgE.

O RAST (radioallergosorbent test) e outros semiquantitativos semelhantes, estão sendo substituídos por métodos mais quantitativos de mensuração de anticorpos IgE específicos.

O “Imunoenzimático Fluorescente (CAP-system)” foi mais indicativo de alergia alimentar. O uso destes quantitativos de anticorpos IgE específicos para alimentos elimina a necessidade de se fazer testes de provocação alimentar em aproximadamente 50% dos casos.

O teste de contato (patch test) não é atualmente indicado para uso rotineiro.

Quando a história e os testes laboratoriais indicam uma resposta imunológica não mediada por IgE (mediada por células), podem ser necessários testes complementares para confirmar o diagnóstico de intolerância alimentar.
Embora os testes duplo-cegos controlados por placebo ainda constituam o “padrão-ouro” para o diagnóstico definitivo de alergia alimentar, os avanços tecnológicos aumentam o valor dos testes laboratoriais.
A determinação de marcadores inflamatórios no sangue e nas fezes ou de reações imunológicas aos alimentos como teste de hidrogênio expirado para intolerância à lactose ou biópsia gastrintestinal para determinar infiltração eosinofílica ou atrofia de vilosidades têm mostrado resultados duvidosos.
Nas alergias alimentares IgE-negativas, testes de provocação duplo-cegos e controlados por placebo continuam sendo o padrão-ouro para o diagnóstico
A relação entre dermatite atópica e alergia alimentar merece especial atenção. Mais ou menos 1/3 dos casos de dermatite atópica apresenta alergia ao leite de vaca e quase 1/2 dos lactentes alérgicos ao leite têm dermatite atópica. A implicação é de que os testes cutâneos são menos confiáveis em pacientes com dermatite atópica, com até 24% de falsos positivos.. O uso de provas para determinação de IgE sérica alergeno-específica é útil em tais circunstâncias.
Tratamento da alergia alimentar?
Não existe, ainda um remédio para tratar especificamente a alergia alimentar. Os medicamentos são utilizados para o tratamento dos sintomas (crise).
Três modalidades são geralmente empregadas no manejo de alergias alimentares:
1 - Eliminar e evitar alergenos específicos. A exclusão completa do alimento causador da reação é a única forma comprovada de manejo atualmente disponível.
É de extrema importância fornecer ao paciente e seus familiares orientações para evitar novos contatos com o alimento desencadeante. O paciente deve estar sempre atento verificando o rótulo dos alimentos industrializados buscando identificar nomes relacionados ao alimento que lhe desencadeia a alergia. Por exemplo, a presença de manteiga, soro, lactoalbumina ou caseinato aponta para a presença de leite de vaca. 
2 - Tratamento medicamentoso.Os estabilizadores dos mastócitos e os anti-histamínicos não têm papel de destaque no armamentário contra as manifestações digestivas da alergia alimentar. Em casos excepcionais, o uso de corticosteróides pode se fazer necessário. Recentemente medicamentos tópicos (fluticasona e montelukast) têm sido empregados. Para pacientes com anafilaxia, ou com sintomas respiratórios ou cardiovasculares, a adrenalina é a substância de escolha para o manejo das reações graves causadas por alergias alimentares do tipo imediato e da anafilaxia.
 3 - medidas preventivas.A crescente incidência de doenças alérgicas em países industrializados tem sido atribuída à falta de exposição a infecções microbianas no período inicial da vida, ou à chamada "hipótese da higiene"
Do mesmo modo que em outras enfermidades, os fatores genéticos e ambientais influenciam a manifestação da alergia alimentar
Influências genéticas
As crianças do sexo masculino parecem apresentar maior risco de doença atópica. O risco de alergia em um irmão de uma pessoa afetada é aproximadamente 10 vezes mais alto que na população geral.
Os lactentes chamados de "livres de risco" (sem histórico familiar) apresentam um risco alérgico residual de 15%.
Os lactentes com "risco intermediário", (com pai/mãe ou irmão atópico), apresentam um risco de desenvolvimento de alergias de 20- 40%
Os lactentes de “alto risco” (com atopia em ambos os pais ou histórico de alergia), apresentam um risco de desenvolvimento de alergias de 50- 80%.
Cálculos baseados nestes dados mostram números absolutos idênticos de lactentes com e sem risco de alergia (11/100) que poderão desenvolver alergias.
Levantando dúvidas: Os programas de prevenção de alergias devem ser direcionados à população de recém-nascidos em geral ou devem ser direcionados somente aos lactentes em risco?
Tratamento sintomático e de substituição.
A substituição de alimentos por seus equivalentes é de fundamental importância mormente nos pacientes em crescimento. O envolvimento multidisciplinar se torna relevante nas situações pediátricas. Aproveitando o tratamento das “crises” de forma a minimizar o sofrimento, abreviar a recuperação e entender melhor as causas do ressurgimento dos sintomas.
O paciente que apresenta reação a determinado alimento poderá um dia voltar a ingeri-lo?
Sim. Aproximadamente 85% das crianças perdem a sensibilidade à maioria dos alimentos (ovos, leite de vaca, trigo e soja) entre os 3-5 anos de idade.
Existe algum meio de prevenir a alergia alimentar?
É providência indispensável na criança de risco: estímulo ao aleitamento materno no primeiro ano de vida, introdução tardia dos alimentos sólidos potencialmente provocadores de alergia, após o 6º mês, o leite de vaca após 1 ano de idade, ovos aos 2 anos e amendoim, nozes e peixe somente após o 3º ano de vida. 

Fonte:

Título: O QUE DEVEMOS SABER SOBRE ALERGIA ALIMENTAR

Link : 
Data de Publicação :28/02/2008 - Revisão : 05/01/2010
Palavras-Chave : O QUE DEVEMOS SABER SOBRE ALERGIA ALIMENTAR - Pediatria -

terça-feira, 26 de junho de 2012

Pediatrio - O Trio de pediatras: Leite de soja: posso ou não posso dar?

Pediatrio - O Trio de pediatras: Leite de soja: posso ou não posso dar?: Nos últimos tempos, uma pergunta tem sido recorrente no consultório :-" Posso dar leite de soja para minha criança? Ouvi dizer que o ... leite de soja faz mal e fiquei na dúvida..."
Antes de responder a esta questão, é importante saber qual a idade da criança. Isto, porque, recentemente, as recomendações para a nutrição de bebês menores de 1 ano de idade estabeleceram que o leite de soja não seria recomendável neste período, por haver uma necessidade de nutrientes que somente o leite materno e as fórmulas lácteas ( que são à base de leite de vaca com adição de uma série de compostos) seriam capazes de fornecer, sendo que há ainda, sem dúvida, uma superioridade do leite materno. Portanto, leite de soja, só a partir de 1 ano de idade.


Entre 1 e 2 anos de idade, muitas crianças descobrem o leite de soja e se apaixonam, pelo seu sabor mais doce e, algumas vezes, por terem enjoado do leite de vaca. É aí que surge a dúvida: dar ou não dar leite de soja. A soja e o leite de soja possuem isoflavonas, que são moléculas que interagem com os receptores de estrógeno, possuindo um leve efeito estrogênico. Porém, como este efeito é muito fraco, estas moléculas poderiam até mesmo competir com os estrógenos naturais do organismo, quando estes estão altos. É por este motivo que se diz que a soja seria um preventivo de câncer de mama e teria efeitos benéficos na menopausa. Porém, em crianças, que ainda estão em desenvolvimento, o receio seria justamente a ação hormonal que trouxesse uma puberdade precoce em meninas ou um efeito feminilizante em meninos. Segundo o Dr. Walter Willett, da Universidade de Harvard, nos EUA, as evidências não são conclusivas e ainda há muito a ser aprendido. Sabe-se, por exemplo, que o leite de vaca contém uma série de hormônios, incluindo estrógenos e não se conhecem seus efeitos de longo prazo. Por outro lado, há muitos séculos, as pessoas consomem soja e seus derivados durante sua vida, sem efeitos deletérios aparentes.

A recomendação do Dr. Walter Willett, que me parece bastante apropriada, é de que, onde há certa insegurança, o exagero pode não ser uma atitude inteligente. Portanto, a recomendação para crianças seria de 1 a 2 copos de leite de soja por dia, o que equivaleria a aproximadamente 500 ml (atenção: isto vale também para os sucos de soja). Cá para nós, mais do que isto, acaba mesmo sendo um exagero.
O leite de soja é um alimento menos calórico, com menos gordura, sem colesterol e uma boa alternativa para quem é alérgico ao leite de vaca ou intolerante à lactose. Porém, lembre-se que, mesmo que o leite de soja seja acrescido de cálcio, os grãos de soja possuem fitatos, que diminuem a absorção de cálcio. Há estudos mostrando que o organismo só absorve aproximadamente 75% do cálcio disponível no leite de soja. Isto quer dizer que, se sua criança só toma leite de soja, ela deve consumir outros alimentos ricos em cálcio, como iogurtes, queijos, brócolis ou feijão branco, caso contrário, poderá ser necessário uma reposição de cálcio pelo pediatra. 


Iogurte - nova tentativa

  Como não quero desistir ainda de fazer um iogurte para meu filho, volta e meia fico pensando em como conseguir. Desta vez resolvi tentar com leite de arroz, que é fácil de ser encontrado já pronto e tem uma consistência parecida com o leite comum. Apesar de eu, nem João, gostarmos do sabor. Porém, se der certo, no quesito consistência, tentarei usar frutas para mascarar o gosto, talvez mel também seja uma boa opção. Tentarei fazer hoje e volto para contar...estou com grandes expectativas. 

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Vitaminas

Bater fruta com leite no liquidificador ajuda a garantir vitaminas A, B, C e D

As vitaminas de leite com frutas podem equivaler a uma refeição em termos nutricionais quando combinadas com aveia e outros ingredientes. Além disso, elas são uma ótima opção para o café da manhã e o lanche da tarde, segundo a nutricionista Priscila Maximino e o cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atui.



O ideal é consumir tudo logo após o preparo, para uma maior absorção de vitaminas e minerais. Usar a casca das frutas também garante uma grande ingestão de fibras, o que melhora o funcionamento intestinal.


Para os fãs de mel, acrescentá-lo às receitas cítricas diminui a acidez e ainda dá mais cremosidade à vitamina. Quem precisa perder peso pode optar pelo leite desnatado, e todo mundo deve lavar bem as frutas antes do consumo.

Fonte: G1


Claro que, no nosso caso, temos que adaptar o leite, mas o uso de frutas é mesmo ótimo. Inclusive, mascaram bem o sabor, nem sempre agradável dos leites especiais. Uso muita banana, manga e goiaba. Vitaminas são ótimas para o café da manhã e lanches.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Alerta

  Recebi, agora a tarde, um alerta que nos sagus há traços de leite. Confirmarei e aviso assim que souber maiores informações.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Novidades

    Acho muito legal encontrar novidades na net. E estou sempre buscando e aprendendo muito. Hoje, cheguei a um blog, excelente, de uma mãe de menino autista que está em dieta sem glúten e caseína. Ela é muito dedicada e tem receitas super interessantes!! Vale uma visita: www.dietasgsc.blogspot.com.br 
     Lá, encontrei umas substituições muito boas para fazermos na cozinha, novas substituições que ainda não conhecia, e vou dividir aqui:
Substitua uma xícara de iogurte por:
- 1 xícara de iogurte de soja;
- 1 xícara de creme de leite de soja, creme de leite caseiro do blog ou creme de leite de arroz + uma colher das de sopa de suco de limão;
- 1 xícara de purê de maçã(para nós aqui em casa estas duas são as melhores opções, já que não usamos soja)
- 1 xícara de purê de banana.
Substitua 1 xícara de manteiga por:
- 1 xícara de ghee;
- 1 xícara de gordura de palma;
- 1 xícara de banha de porco (em receitas salgadas)(particularmente não gosto, uso óleo mesmo)
- 1 xícara de óleo (em bolos);
Substitua um ovo por:
- 1/4 de xícara de purê de maçã e aumente o fermento químico em uma colher das de chá;
- 1/2 banana bem amassada(gosto de usar esta opção);
- Egg-replacer da Ener-G (sem glúten), 1 e 1/2 colheres das de chá para 2 colheres das de sopa de água. Este produto não encontra-se a venda no Brasil, mas é possível comprá-lo em sites internacionais que o enviam sem maiores problemas.
- 1 colher das de sopa de farinha de linhaça + 3 colheres das de sopa de água morna. Deixe descansar por alguns minutos e empregue.
- E a que uso sempre, uma colher de sopa de vinagre branco;
Farinhas:
Fubá:
Substitua 1 xícara por:
- 1 xícara de farinha de trigo sarraceno, farinha de amêndoas, farinha de acaçá, farinha de grão de bico.
Amido de milho:
- 1 xícara de araruta, polvilho, fécula de mandioca, fécula de batata.
Farinha de arroz:
- 1 xícara de farinha de sorgo que não existe no Brasil( não acho necessário mesmo)
Espessante:
O CMC pode ser substituido por igual quantidade de goma xantana ou por goma guar.
Chocolate em barra ou em pó: 
Pode ser substituido em igual quantidade de alfarroba em barra ou em pó( no nosso caso existe chocolate em pó sem leite).

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Novo tratamento

  Reportagem interessante, e sinceramente, se mais algum tempinho de exclusão não mostrar efeito, como vem ocorrendo, penso seriamente em seguir, com ajuda e orientação médica, é claro: http://mdemulher.abril.com.br/blogs/karlinha/saude/novo-tratamento-para-alergia-alimentar/

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Pequenos problemas

    Ontem, depois de comer o pão de queijo e a pizza feitos na segunda feira, João teve problemas intestinais. Pode ter sido algum problema devido a ingestão do novo produto. Mas, como foi a segunda vez em 10 dias, e há um tempo reclama de dores abdominais, vamos fazer pesquisas mais aprofundadas e testes. Assim, vou deixar de usar por uns dias o queijo vegetal e voltarei a testar semana que vem.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Resultado brigadeiro e Purê de couve flor

  Tenho que fazer uma retificação: ontem, meu filho, que não havia comido o brigadeiro, comeu, dividimos aquele pratinho, e ainda catou todos os granulados que caiam...obaaaa, adorei! Mais uma opção para festinha dele. 

  Tive uma dica de fazer purê de couve flor, no lugar do purê de batata, que teria a mesma consistência e sabor bastante parecido. Hoje resolvi testar. E deu certo :) João que adora purê, com certeza comerá muito bem. Gosto de temperar com algumas ervas secas e evito usar sal. Vale a pena tentar. Receita na página de Refeições

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Dicas

   Uma amiga comentou, nesse fim de semana, que fez uma receita daqui do blog e não deu certo. Fiquei pensando um tempo no que poderia ter dado errado. Cheguei a algumas conclusões. Vou postar aqui algumas ideias que tive:

 1. Nos bolos, quando usamos uma medida de farinha de trigo  integral a consistência final fica diferenciada, mais seca. Por isso, pode ser necessário colocar um pouquinho mais de água.

 2. Faço a maioria dos bolo em forma de cupcake, o que modifica o tempo que ficará no forno. Os cupcakes assam mais rapidamente. Assim, é melhor sempre verificar com garfo ou um palitinho antes de retirar do forno. Espeta no bolo(ou em uns 2 cupcakes) e veja se saiu sequinho, se assim estiver, pode retirar. Caso não, deixe mais um pouquinho. Quando for fazer em formas de cupcake faça esta verificação em um tempo menor que o do bolo na forma comum.

  3. Fornos podem variar a temperatura e tempo de assar, dependendo se utiliza gás de rua, gás de butijão comum ou de butijão coletivo. Então, é interessante conhecer seu forno e saber se assa mais ou menos rápido. Geralmente os de butijão assam mais rápido.

  4. Para deixar o bolo fofinho é importante não esquecer a colher de vinagre ou se preferir 1 colher de farinha de linhaça mais duas de água.

  5. Bolos e doces de frutas podem variar de acordo com a fruta, se estão mais ou menos maduras ou doces.

  6. Para o brigadeiro, a marca do chocolate faz bastante diferença no resultado. Algumas são mais fortes de sabor que outras. Para suavizar pode-se colocar um pouquinho mais de açúcar. Se quiser diminuir a quantidade de chocolate é importante também diminuir a de amido de milho.

  7. Para os pães e pizzas, o tempo de descanso da massa é importante. Procurar não deixar menos tempo. E se passar também, não é problema se não for um tempo muito maior. Mas, demais não é aconselhável, pode azedar um pouquinho.

Se eu lembrar de mais dicas, volto para contar. Solicito a todos a derem seus retornos, mesmo que negativos. Só assim poderemos aprimorar nossas receitas para nossos pequenos.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Dica - rótulos

  Uma dica muito legal que está em um site que gosto muito:

 Alergia ao leite de vaca
www.alergiaaoleitedevaca.com.br

 Fiquem sempre muito atentos, o "perigo" está mais perto que imaginamos.  Todos os termos neste post devem ser verificados nos rótulos (pra quem ainda não tem o hábito com esses termos, levar uma colinha pra não deixar passar nada). Shoyu tem corante caramelo e alguns atuns enlatados podem conter traços. Então, nunca me canso de dizer, tudo tem que ser verificado.


quinta-feira, 26 de abril de 2012

Desabafo - Exclusão

Hoje vou publicar um desabafo.
Temos que tomar muito cuidado com os produtos industrializados, de todos os tipos, que encontramos no mercado. Alguns, mesmo tendo traços de leite, não colocam isso nos rótulos, o que é perigoso e revoltante! Minha recomendação é desconfiar de tudo, entrar em contato com todos os fabricantes. Muitas vezes em alimentos que nem imaginamos estão "escondidos" proteínas de leite, soja e ovo.

Outra coisa também é a exclusão. É muito marcante para uma criança pequena ser considerada "diferente" dos amiguinhos. E isso ocorre o tempo todo com meu filho. Festinhas de aniversário na escola são um tormento, porque os alimentos são expostos e todos ficam livres para pegar o que tiverem vontade, menos ele. Quanto a isso, sugiro que sempre conversem com as escolas e solicitem uma forma das festinhas serem menos excludentes. Acho que no tempo onde temos inclusão social para tantos nichos é mais que obrigação da escola realizar a inclusão social para os alérgicos também.