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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Explicações - sumiço

   Olá pessoal!Conversando com duas amigas semana passada, me dei conta do tempo (Enorme!!) que passei sem passar por aqui. Os motivos foram vários, mas não vou ficar aqui colocando a culpa nisso ou naquilo. Deixei o tempo passar e gostaria de pedir desculpas.

   Tenho uma ÓTIMA notícia para dar!! Com 5 anos e meio João ficou finalmente livre de sua alergia alimentar!! Foram momentos de muita alegria, medo de tudo voltar, e muitassssss descobertas para nós e para ele. Comeu pela primeira vez coisas que todas as crianças comem, a maioria come em idades muito inferiores a essa dele. A primeira vez que comeu brigadeiro fez uma cara horrível, e detestou por algum tempo, rs. Hoje ele já come e adora!! Queijo e tudo relacionado a ele, João detesta!!rs. Assim como os ovos, nenhuma forma de servi- los João curtiu. E ainda está descobrindo vários sabores diferentes. Há bem pouco tempo comeu um sorvete de casquinha pela primeira vez e se sujou todo!!! Foi muitooo fofo!!Enfim, muitos gostos novos: pizza, chocolates de várias formas, bolos variados, nuggets, salgadinhos, biscoitos... Um monte de porcarias também,rs. Algumas gostou muito, outras nem tanto, umas nem chega perto, hehe. Continuamos super adeptos a uma alimentação mais saudável, porém, as porcarias estão liberadas em eventos, nos fins de semana, em alguns momentos. Em todas essas descobertas tiro fotos e me emociono. Desejo de coração que todos os alérgicos passem por essas deliciosas experiencias. 

  O irmãozinho do João já cresceu um pouquinho e hoje tem 1 ano e meio. Quem acompanha aqui ja sabe, não fiz nenhuma restrição alimentar na gravidez e nem tão pouco na amamentação. E tivemos um ótimo resultado!! Ele não apresentou, até agora, reação a nenhum alimento.

  Outro motivo pelo qual me afastei, foi que estou em um momento de redescoberta, buscando novos ares profissionais, me reinventando e me sentindo realizada, feliz e animada!! A fotografia veio com tudo! E apesar de desconfiar que já iria curtir essa carreira, estou realmente surpresa com a animação e vontade de aprender mais e mais, que tem aparecido em mim. A cada curso, a cada evento, a cada clicada, vejo que estou no caminho certo. Estou juntando material para começar outro blog agora, desta vez um blog com imagens, momentos de alegria, de emoção. Será feito com muito  carinho, assim como fiz este aqui. E espero poder contar com vocês lá na visualização também. Quando o blog estiver pronto eu volto para postar o endereço. Entretanto, devo abrir primeiro a fan page no facebook( Letícia Maia fotografia), ainda não está no ar, mas logo logo estará, quem quiser conhecer, eu adorarei a presença, os comentários, as trocas de ideias que sempre tivemos aqui. Beijocas grandes em todas as crianças, espero que o momento de alívio, alegria e emoção de ver seus filhos livres dessa alergia chata chegue logo para todos!! 

segunda-feira, 28 de abril de 2014

A cozinha de João diz não ao racismo - especial banana sem leite de vaca.

  Se a vida te dá uma ou mais bananas (hehe), fique feliz!! Assim, você terá a oportunidade de se deliciar com algumas receitas ótimas: uma vitamina de banana com leite de aveia ( 1 banana para 400 ml de leite );  uma pizza doce de banana com canela; um pastel assado de frutas; um bolinho para um fim de tarde! Receitas nas páginas de Lanches e Bolos
#vidasempreconceito #naoaoracismo #aplv #deliciassemleite #receitassemleite 

Biscoito de banana com granola

Bolo básico de banana

Bolo de banana com castanhas

Bolo de banana com linhaça, sem glún


Pizza de banana


segunda-feira, 31 de março de 2014

#POENOROTULO

  Já falei aqui, mais de uma vez, sobre problemas com rotulagem de produtos industrializados, e da necessidade de conferir com TODOS os fornecedores de produtos industrializado os reais ingredientes de cada produto, já que os rótulos não são nenhum pouco confiáveis. Pois então, com isso em mente, muitas mães de alérgicos, espalhadas por todo Brasil se uniram e começaram a Campanha #POENOROTULO - facebook da campanha - Com o objetivo de  ter a certeza que nossos alérgicos comem com segurança, a campanha solicita que a rotulagem de todos os produtos venham com informações precisas sobre alérgenos, não só o leite, mas também: soja, ovo, crustáceos, glúten...entre outros. Nós da A Cozinha de João sempre apoiamos a melhor informação nos rótulos e também melhor informação passada pelos médicos, que muitas vezes falham no tratamento da alergia ( isso já uma oura "briga") e por isso estamos super dentro dessa luta. Quem sabe, juntos podemos conseguir mudanças e melhoria na vida dos alérgicos. 




segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Continuação da introdução de novos alimentos.

  Para continuar com a introdução de novos alimentos, passamos a usar o leite em pó para fazer pães e outras receitas ( depois vou abrir uma nova página com essas novas receitas; já com leite, porém ainda sem ovos).  João reagiu extremamente bem, não teve nada. Comeu também biscoitos, que adorou! Ele nunca tinha comido frios e teve sua chance ( não sou fã de dar sempre, mas poder as vezes já é uma coisa boa). Entretanto não é tudo que ele se dispõe a provar, há alimentos que ele logo diz que não gosta e se recusa. Claro que não vamos forçar, afinal é muita novidade e isso pode assustar a criança. Aos poucos vamos colocando novidades para ele e ainda observando se reage ou não. Até agora estamos muito animados. Veremos como continua...próxima etapa será a vez dos derivados diretos...
  Outro ponto também é nosso reaprendizado dos alimentos que podem ou não ser oferecidos. Há anos estávamos condicionados e já sabíamos o que dar ou não, agora, devemos reaprender e saber o que leva ovos e ignorar o leite e a soja. Confesso que ainda me vejo procurando leite nos rótulos,rs. Juntos chegaremos lá,rs. Esperem novos resultados...

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Dieta alimentar para mamães grávidas.

  Esse é um assunto que muita gente tem curiosidade e interesse. Mas como quase tudo em na nossa realidade de alérgicos alimentares, não temos uma resposta única, certa, e que tire todas as dúvidas. Médicos nessa área ainda têm muito o que aprender, descobrir e esclarecer. Existem vários especialistas, que estudam sobre o mesmo assunto: alergia alimentar, e mesmo assim chegam a conclusões super variadas. Já conversei com muita gente sobre o assunto e vi modos mil de se lidar com uma segunda,terceira, quarta...gravidez, depois de ter tido um bebê com algum caso de alergia alimentar. O caso é tão difícil que cada pessoa acaba escolhendo confiar no que lhe é mais plausível, dependendo de suas experiências anteriores, e de maneiras tão diferentes as vezes se têm o mesmo resultado.
  Conheço amigas cujos médicos/nutricionistas/especialistas.. mandaram fazer dieta desde o início da gestação, e assim foi feito; uma mulher adulta com uma rotina atarefada, como a de todas nós, teve que fazer dieta de leite e seus derivados por 8/9 meses. Outros médicos acreditam que não é necessário fazer a dieta no começo da gravidez, e sim somente no último trimestre; mais uma vez a mãe segue e faz a dieta. Outros médicos acreditam não ser necessário realizar a dieta nenhuma e deixam a mãe livre de qualquer restrição. Já um quarto grupo, incentiva justamente o contrário, dizem que há estudos que indicam que mulheres que consomem lactobacilos no fim da gravidez ajudam ao bebê não apresentar a alergia, nesse caso a mãe consome bastante derivados. Resultados em todos os casos: os segundos filhos não apresentaram alergia!!! O que então foi o fator crítico e decisivo aqui? 
   O que é fato é que ninguém faz dieta de restrição nenhuma até ter um filho com alergia, sendo assim, por que algumas crianças têm outras não? Ainda não temos resposta para isso. Desta forma, como saber como agir nas gestações posteriores? Não tenho como esclarecer essa pauta, o que cada uma deve fazer é seguir seus instintos, seu coração e aprender a questionar sempre, não aceitar a primeira opinião que ouvir, sempre querer saber mais, para só depois poder tomar uma decisão de que caminho seguir. No final se os filhos dessas gravidezes posteriores tiverem alergia, a mãe sempre se sentirá culpada, e pensará se seguiu o caminho certo ou não. Por isso, para diminuir essa culpa( entre tantas outras que toda mãe já sente), a decisão deve ser muito bem fundamentada e pensada. 
  Vamos trocar experiencias? O que foi recomendado a vocês, ou a alguém que conheçam? Vamos pensar juntos e tentar esclarecer um pouquinho mais desse assunto tão difícil? Deixem suas experiências. E boa sorte a todos em mais essa decisão.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Festa de aniversário - sem leite, sem ovos e sem soja

  Estamos muitoooo felizes. Tivemos o quarto aniversário do João com alergia alimentar. E mais uma vez ele curtiu e comeu muito bem. Desta vez ainda se divertiu mais do que nunca, e nada mais importante que isso. Uma festa sem leite, sem ovos e sem soja, não é motivo de pena, não é uma festa menos alegre, não é uma festa sem guloseimas. Esse ano ainda tivemos ajuda de um buffet muito bom, que teve a "coragem" e dedicação de tentar preparar comidinhas para todos nós. E preciso dizer que tiveram um Enorme sucesso! Adorei o resultado, os salgados e o bolo estavam muito, muito bons, todos os convidados ficaram encantados e João aproveitou demais, comeu super feliz junto com todos os amigos no lanchinho das crianças, sem ter que usar seu potinho de comidas especiais, tão comum nas outras festas. Quando anunciaram o lanchinho infantil, ele como sempre já veio para onde sabia que tinha coisas para ele, saindo da área de lanche, no momento em que falei para ele ir comer com seus amigo, com uma carinha alegre e surpresa me perguntou: mamãe eu posso?!? E não há nada mais gratificante do que dizer: sim meu filho, vá lá, você pode, na sua festa você pode! Os adultos também puderam aproveitar dessas delícias e ficaram bastante impressionados. E mais um detalhe que faz muita diferença no meu ponto de vista: os sucos eram naturais mesmo, nada daquelas porcarias industrializadas e cheias de açúcar! A empresa responsável por essa alegria foi a: Brigadeiro di festa: brigadeirodifesta@gmail.com Obrigada, Daniela, estamos muito alegres, satisfeitos e realizados com nossa "parceria" nessa empreitada, fico muito feliz de ter sido a "cobaia" nesse mundo novo para vocês e sempre que puder, ficarei feliz em ajudar nesse caminho. 
 Agora vamos ao que interessa, as comidinhas,rs. Volto com um post individual para cada ítem e receitas.
Bolo de banana com cobertura de chocolate
Docinhos de colher (brigadeiro, beijinho e doce de goiaba), os únicos feitos pela mamãe.



Bolinho de chocolate

Espetinhos de frutas

Bolinhas de milho

Kibe

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Viajando com alérgico alimentar - Bariloche

  Esse ano voltamos a Argentina, porém, fomos Bariloche desta vez. Como ano passado, não tivemos problemas em encontrar lugares para João, e nós, comermos. Entretanto, a variedade foi quase nula e confesso que no fim eu já não aguentava mais comer a mesma comida todo dia,rs. Porém, acho q vale a pena viajar, fazer algo diferente, deixar a criança aproveitar a vida, mesmo com alergia alimentar. 
  Para acomodação escolhemos ficar em apartamentos ao invés de hotéis, pela facilidade de poder cozinhar a janta para o João todos os dias e também, para evitar os cafés da manhã "maravilhosos" que não poderíamos chegar nem perto. Assim, como antes, levamos muitas torradinhas e essas eram nosso café quase todos os dias. Em outros, conseguimos encontrar pão francês e o utilizamos também.Para acompanhar? Sucos. Como agora João não está mais com o leite em pó, não levamos o leite dele. E todos tomamos sucos. Sei que a maioria das pessoas não acha legal cozinhar nas férias, mas nós sabemos que as famílias de alérgicos alimentares têm que se adaptar, e muitas vezes, inclui um sacrifício, neste caso, o de cozinhar. Eu nem me importo, achei bem tranquilo fazer o jantarzinho dele. Foi uma ótima solução.  O que preparávamos? Legumes cozidos e filés de carne ou frango. Super rápido e João comia tudo. 
  Nos restaurantes, escolhíamos sempre a mesma coisa, por não haver mesmo outra opção. Não tão saudável, pois sempre comíamos batata frita, entretanto, é uma viagem , não dia a dia, algumas concessões para deixar a vida mais fácil, não vão matar ninguém. Então, era batata frita com bifes. Até hoje, quase dois meses depois, não estou muito amiga da carne,rs.  
  No avião, solicitamos comida especial, mas não foi uma  opção completamente satisfatória,tendo em vista que como ele não pode soja também, tivemos que descartar quase tudo. Só valeu pela salada de frutas. Assim, mesmo quando parece que há uma outra solução, é sempre imprescindível termos nossas comidinhas guardadas na bolsa. E essas também são fundamentais para o dia a dia da viagem, nos passeios são sempre usadas de lanche.
  Mais uma vez reforço que acho super válido viajar com um alérgico alimentar. Tendo sempre a segurança em primeiro lugar e se preparando bastante, fazendo pesquisas de restaurantes desde antes do embarque. E não esquecendo de levar opções de sobra para comer em caso de algo dar errado.Ainda, é fundamental levar uma receitinha médica com todos os medicamentos que poderão ser necessários.  Fomos, curtimos e voltamos sem crises. Recomendo.  

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Leite de aveia feito em casa

   Já tinha visto algumas receitas de leite de aveia preparado em casa. Ainda não tinha feito, mas devido a dificuldade de comprá-lo, fiquei mais motivada a tentar. Hoje, encontrei uma receita bem fácil de fazer e resolvi usá-la. Peguei no blog Cantinho Vegetariano, um blog com muito boas ideias, que vou visitar com mais frequência. A única mudança que fiz, foi que lá ela recomenda usar açúcar ou adoçante, e eu não usei, pelo simples fato que prefiro evitar adoçamentos desnecessários. Por outro lado, penso que com açúcar ficaria bem gostosinho. É opcional, quem quiser pode experimentar com açúcar também. Para o João experimentar, vou provavelmente bater com banana, já que é assim que ele toma o leite de aveia industrializado. Como resultado, tive um leite ligeiramente mais grossinho que o industrializado, o que poderia ser corrigido facilmente colocando um pouquinho a mais de água. Com sabor semelhante. Acho q vai valer a pena fazer. Receita estará na página de Lanches.
Leite de aveia feito em casa

A direita leite de aveia feito em casa, a esquerda leite de aveia industrializado

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Vida...

  As vezes ficamos tão presas à nossa luta contra a APLV que, outros acontecimentos "normais" da vida de qualquer pessoa nos pegam de surpresa. Esse mês, fiquei presa a outras coisinhas, mas espero estar de volta com a frequência antiga. Só para voltar, aqui vão algumas fotinhos do nosso dia a dia culinário nesse mês que passou.
Bolo de castanhas com banana

Bolo de chocolate com cobertura de brigadeiro de colher(feito para festinha na escola)



Hamburguinho feito em casa

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Aprendizado, dietas, médicos...vamos conversar e desabafar...

   É impressionante o quanto aprendemos convivendo com essa alergia. Cada dia, cada semana, mês e ano que passo nessa trajetória traz mais informações, mais dúvidas, mais superação. O bom é poder compartilhar isso tudo com pessoas que realmente entendem e que também convivem direta ou indiretamente com ela.
  Acho que nosso primeiro problema é encontrar um bom médico  que seja  realmente entendido no assunto. Mas, mesmo quando esses são encontrados é tão difícil confiar e seguir tudo. É claro que eles estudam e se preparam, que trabalham com isso há tempos, porém, desses também já ouvi cada barbaridade que me dá até medo...não sei mais do que eles, não quero ser pretensiosa a esse respeito, entretanto sou um ser pensante, que estuda muitooooo e está sempre disposto a aprender mais. Então, quando ouço, direta ou indiretamente( através de companheiros de luta contra a alergia), uma coisa meio "louca", fico arrepiada. E já reparei também que , sim, há meios de cura que são indiscutíveis, mas que exitem detalhes que ainda não são consenso, que há detalhes na dieta e na forma de lidar com a alergia que podem variar, e que mesmo assim a criança pode ficar curada. O que um médico considera alergia grave, outro pode achar que seja moderada. Enfim, temos que ouvir, perguntar, não ter medo de querer saber mais e nem de desconfiar do que nos é dito. 
    Falei disso porque já fui com João a vários médicos, uns considerados os melhores no assunto, uns especialistas e uns pediatras "comuns" ,e já ouvi coisas sensatas de quem menos se esperava e coisas loucas de quem se chama de super entendido. Enfim, não quero julgá-los, pode ser que a maneira deles de agir tenha dado certo para outros pacientes(já fiquei sabendo de casos que sim). Mas com João não deu. E sabem o que mais me irrita?!? São pessoas achando que elas cuidaram do caso de alergia melhor que nós! Meu filho não ficou bom até agora, não foi por falta de cuidado, não foi por que deixamos passar algo, não foi por dieta errada, ele não ficou bom e pronto! E continuamos na luta. Sim, nossa dieta é a que acreditamos, é a que váriossss médicos nos disseram que é mais plausível, é uma dieta que várias crianças fizeram e ficaram boas. Mas deixa isso pra lá...não é por isso que estou aqui....
   No último mês fomos a dois novos médicos e ouvimos coisas que já sabíamos e coisas novas. Uma das coisas que já sabíamos era que a dieta que seguimos está super adequada e que não, pelo menos por enquanto, não precisamos tirar mais nada da dieta. João cresce bem e tem ótimo peso (problema bastante comum entre crianças com alergia é a falta de ganho de peso e altura). Outra coisa que já tinha sido informada por uma pediatra, que entretanto não tinha tanta certeza sobre o assunto, era que o Aptamil pept seria um leite menos indicado para crianças com reações intestinais à proteína( que é o caso do João, entre tantos outros sintomas), que ele seria bem tolerado por crianças com respostas de pele, mas não intestinais. Assim, com a confirmação dessa informação passaremos para o leite de aveia, que foi liberado pelos dois médicos.
   Novas informações vieram nas solicitações de exames. Sempre que fizemos exames de sangue no João, fizemos IgE total para leite e ovos, isso porque nosso médico anterior (opinião compartilhada por 1 dos novos médicos que fomos), sempre dizia que não adianta fazer partilhado por proteína, já que na hora de oferecer o produto à criança a probabilidade de ingestão de uma proteína separada é mínima e que nem valeria a pena arriscar, devido a muito provável contaminação.  Porém, um dos médicos que fomos nos explicou que dependendo da proteína o prognóstico muda. Há proteínas que indicam(apesar de não dar certeza), que a alergia é muito grave e outras que indicam que ela é duradoura. Como João, graças a Deus, nunca teve choque, acredita-se que sua alergia não seja tão grave( opinião sobre gravidade varia muito, como João tem respostas em várias frentes - pele, intestino, parte respiratória e incha em suas extremidade, muitos médicos consideram sua alergia grave),  mas é bastante esperado que seja duradoura, pela sua idade. Ainda não fizemos os exames, então aguardaremos resultados. Outro exame novo é o CD4 CD8, que eu nunca tinha ouvido falar que era associado a alergia alimentar, e ainda não consegui entender melhor. E adoraria ouvir relatos a respeito. E dependendo desses resultados, aí sim, teremos que mudar drasticamente a dieta dele...vamos ver...
  Bem, hoje não trouxe uma receita, somente vim partilhar informações e desabafar. Deixo o espaço aberto para fazerem o mesmo. 
  Ih, acabei falando demais :)

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Leite de Aveia

  Esse mês tive problemas de encontrar o leite de alérgico que João toma, fiquei sabendo que seriam problemas na alfandega, enfim...pensando em outras possibilidades, comprei um leite de aveia. Já tinha testado leite de arroz, mas achei muito ruim e João também não gostou. Com leite de aveia, tive uma melhor impressão, lembra um leite de soja, porém com sabor mais suave. Mas...João também não gostou, nem puro, nem batido com banana(como ele toma seu leite especial). Tadinho, pediu até o leite que toma todos os dias, que é muitooo horrível. Mais uma prova que gosto é hábito, porque quando começou a tomar seu leite especial, ele detestava e não queria tomar de jeito nenhum, agora o prefere. De qualquer forma, acho que seja uma boa opção em situações que não encontrarmos o outro, ou em uma viagem. 

segunda-feira, 11 de março de 2013

Revisão de receitas

   Estamos chegando a um ano de Blog, nossa passou muito rápido! Aprendi muita coisa e me diverti muito. Infelizmente não posso dizer que a cura do João chegou nesse ano, mas com certeza ele hoje tem muitoooo mais opção de comidinhas do que tinha antes. Com a evolução das receitas e das técnicas que fui aprendendo, algumas receitas que no começo do blog pareciam legais, vejo que hoje, já não as considero tanto. Sendo assim, a partir de agora, vou começar, com calma, a refazer todas as receitas e vou retirar as que não valem a pena ou as que já têm outra versão mais aprimorada. Todas as retiradas e ajustes serão avisados e novas fotos serão postadas. Estou sempre aberta a novas ideias e modificações, então, se durante este tempo alguém fez alguma modificação que achou legal em qualquer receita, pode mandar que testaremos e postaremos.  E vamos continuar aprendendo e trocando ideias para evoluir mais, para poder tornar a vidinha de nossos pequenos mais temperadas.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Colaboração de fora.

  Várias vezes comento aqui da falta de vontade do "mundo" de colaborar com a inclusão de crianças com alergia alimentar. Mas hoje vou registrar um bom exemplo. João está, neste mês de janeiro, fazendo uma colônia de férias, um lugar que ele gosta muito e sempre se diverte, que já frequenta no dia a dia. Entre as inúmeras atividades realizadas, hoje será dia de fazer biscoitos! Nossa, seria um susto gigante para nós, mães de alérgicos alimentares. Porém, não dessa vez; semana passada me pediram receitas de biscoitos que João pudesse comer. Mandei várias para eles escolherem a que lhes fossem mais interessante; e assim foi feito. Hoje meu filho saiu de casa todo feliz por saber que estará incluído no grupo, sem medo, sem comida no cantinho. Confesso que estou tranquila, mas com uma pontinha de medo,hehe. Acredito que esse medo só irá sair de mim quando João estiver realmente curado, até lá sempre ficarei com um mínimo de preocupação, só quem está em nossa situação entende, né?
  Como a atividade está sendo hoje, não tenho fotos, se conseguir, depois eu posto.
  Obrigada,Clac .

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Viajando com um alérgico alimentar - Buenos Aires parte 2

  Uma vez tendo passado por toda etapa de preparação e reconhecimento virtual do lugar desejado, é muito importante nos primeiros dias, você caminhar nas redondezas de sua localidade, para saber se realmente tem tudo que você viu virtualmente. No nosso caso, foi ótimo, além de ter os restaurantes esperados, tivemos a sorte de ter várias quitandas por perto, assim foi bastante tranquilo repor nosso estoque de frutas. 
  Na rua de nosso hotel, havia dois restaurantes muito bons, inclusive comemos duas vezes em cada um deles. Em Buenos Aires, existe o hábito de servir uma cestinha de pão antes das refeições, em todos restaurantes, os garçons já chegam colocando os pães na sua mesa, nem perguntam se você quer. Nós sempre negávamos e muitos não entendiam, e diziam que já estava incluso no preço e tal. Para não criar um constrangimento, eu tentava explicar o porquê, alguns aceitavam, outros faziam cara feia,hehe. Mas eu nem ligava, já que não queria que meu filho ficasse com vontade de comer aquilo sem poder. Em um desses restaurantes perto de nosso hotel, entramos bem cedinho, certo dia, e eles estavam tirando os pães do forno(estava um cheirinho ótimo!). Como vi que faziam no local e não mandavam comprar em qualquer padaria, resolvi perguntar se o pão levava leite, manteiga, ovos, ou qualquer coisa proibida para meu filho. Muito gentilmente, o garçom me confirmou que em uma variedade havia manteiga, mas nas outras não, e nem nada mais que perguntei. E me mostrou que eram preparados separadamente. Tomei coragem e dei para o João. Foi tudo ótimo! Ele ficou feliz, e nós também, e não teve reação nenhuma. Muitos podem dizer que foi arriscado, pode até ter sido, mas EU acredito que para viver bem nessa condição alimentar, temos que aprender a confiar com segurança e viver com cuidados, mas sem grandes paranoias. Não pretendo "sobreviver" nesse período de alergia, aqui queremos vivê-lo. Não estou incentivando ninguém a fazer o mesmo, só estou contando o que nós fizemos.

Cesta de pães, onde somente o pequenino, redondo que João não podia comer, os outros foram liberados e aprovados.

  Sobre o que comíamos nesses restaurantes, era basicamente sempre as mesmas coisas: Carne com batatas fritas. Não me preocupei muito em ser saudável nessa semana, e sim em alimentar meu filho com segurança. Em um, achamos beterrabas, cenouras cozidas e arroz e nesse dia João comeu um pouquinho mais saudável. Porém, na maioria dos restaurantes, quando havia algo assim, era muito caro e Eu optei por deixar as batatas fritas mesmo, entretanto, há a opção em alguns lugares de acompanhamento de vegetais. Comemos muita carne vermelha,mas quando atravessamos para o Uruguai, em um passeio, achamos frango grelhado e não tivemos dúvida, pedimos para o João, e ele adorou.Um detalhe é, sempre pedir a carne bem passada, porque caso contrário vem muito vermelha.
Mão do João mostrando sua comida.


   Os sucos de caixinha, como comentei antes, não são fácies de encontrar, e não são tão baratos. Porém, em alguns lugares achamos, somente desta marca, de uns dois ou três sabores. E quando encontrarem, vale comprar vários para garantir os próximos dias.



  Sobre a parte alimentar foi isso...entretanto, voltarei somente para dar umas diquinhas de passeios, não é meu foco aqui, mas acredito que valha a pena, há passeios divertidos e de fácil acesso para crianças.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Viajando com um alérgico alimentar - Buenos Aires - parte1

   Nesse tempo que ficamos fora do ar, estivemos em Buenos Aires. Muitas pessoas não têm coragem e ânimo de viajar com  um alérgico alimentar, mas essa foi nossa segunda empreitada e assim como a primeira(que ainda não postei aqui, mas o farei com certeza), foi muito bem sucedida.
   Na hora de viajar com um alérgico alimentar, muitas coisas são fundamentais, a primeira eu acho, é a escolha do destino, principalmente para quem está na primeira tentativa, é muito interessante escolher um lugar onde você conheça a culinária e saiba as opções que terá de comida. Acho melhor fazer seu próprio roteiro, porque assim, cada passeio será pensado e programado, não somente devido a diversão, mas também escolhendo lugares com boas escolhas alimentares. Se preparar antes da partida, comprando tudo que tenha o hábito de oferecer para a criança e que possa ser transportado sem danos.Levei biscoitos e torradinhas aos montes, seriam nossos lanches e café da manhã. 
   Temos muito mais cuidados a tomar, e outro muito importante é a estadia, será em hotel, apartamento alugado, apart hotel? Escolhemos um hotel com mini cozinha no quarto, assim, poderíamos fazer comidinhas para o João ali mesmo. E eliminamos o café da manhã oferecido por eles( em vários hoteis é possível ter descontos caso você opte por não ter o café da manhã). Fazíamos a vitamina matinal do João, no quarto(levamos o mixer) e comíamos torradinhas. Uma coisa que acho essencial, ainda antes de ir, é saber o que há por perto, quando chegamos lá, já sabíamos que havia um mercado há poucas quadras, assim, no primeiro dia fomos logo lá. Comprei frutas (encontramos grande variedade):banana, maça, pera, mamão. Achei que nossos lanches seriam só os biscoitos, mas como encontramos frutas com facilidade, essas foram bem usadas. Também vi, no mercado, biscoitos de arroz, não comprei porque tinha levado muito, mas gostei de ver com tanta facilidade. Comprei também sucos de caixinha, esses não são encontrados fora do mercado com tanta facilidade como aqui, então é bem interessante, comprar vários lá e carregar nos passeios. No mercado achei macarrão sem ovos, mas na embalagem DIZIA que poderia ter traços de ovos!! Achei incrível, porque aqui há marcas que têm traços e não vem nada no rótulo, e olha que são marcas boas!
  Volto já já com a continuação...
   









quarta-feira, 4 de julho de 2012

Intolerância a lactose


 É mais que comum para quem está chegando neste "mundo sem leite" ter dúvidas e não saber a diferença entre alergia a proteína do leite de vaca e intolerância à lactose. Nós que já vivemos essa realidade, quando comentamos que nosso filho é alérgico com qualquer pessoa, esta logo fala: Ah, também conheço alguém que tem intolerância à lactose. Mas são casos diferentes, e os produtos que podem ser consumido pelos intolerantes, nem sempre podem ser consumidos pelos alérgicos. Então, aqui vão algumas informações sobre esse quadros. Primeiro vamos ver a intolerância e volto logo depois com a alergia.

O que é intolerância à lactose 

Pessoas que têm intolerância à lactose não produzem a enzima lactase em quantidade suficiente. A lactase é a enzima responsável pela digestão do principal açúcar do leite, a lactose. 
É até comum a ocorrência de uma intolerância transitória à lactose após diarreias infecciosas mais intensas, pois parte da capacidade de produção da enzima fica perdida pela mucosa que foi agredida por um agente infeccioso, viral ou bacteriano.
Quando a lactose não é absorvida direito, uma série de reações acaba distendendo os intestinos e causando desconforto, gases, diarreia e às vezes vômito. São problemas chatos e difíceis de conviver, mas não há muito risco para a saúde. 
Trata-se de um fenômeno bem diferente da alergia ao leite. Os sintomas da intolerância são só digestivos, enquanto os da alergia podem afetar o sistema respiratório e a pele, por exemplo. 
Bebês que nasceram prematuros às vezes demoram para produzir a quantidade adequada de lactase. O nível de produção da enzima pelos bebês normalmente aumenta durante o último trimestre da gravidez. 
É até possível os sintomas da intolerância à lactose aparecerem em crianças pequenas, mas o mais normal é eles surgirem em crianças maiores, adolescentes e, principalmente, adultos. É raro bebês terem intolerância, sendo mais comum apresentarem alergia à proteína do leite. 

Por que algumas pessoas têm intolerância à lactose? 
Não se sabe exatamente por que algumas pessoas têm intolerância à lactose. O que se sabe é que não é um fenômeno raro: estima-se que ele afete milhões de adultos só no Brasil, embora não haja números precisos. Pessoas de ascendência oriental parecem também ser mais propensas à intolerância, principalmente na idade adulta ou adolescência. 

A intolerância à lactose não chega a ser considerada uma doença. Mas é difícil que um bebê nasça já intolerante à lactose. Caso isso aconteça, o bebê tem diarreia constante desde que nasce, e não consegue digerir nem o leite materno nem fórmulas artificiais à base de leite de vaca. 
Mais frequente é o bebê, depois de uma gastroenterite -- por exemplo uma daquelas viroses que dão bastante diarreia -- apresentar sintomas de intolerância à lactose, mas que só duram uma ou duas semanas. 
Alguns medicamentos podem afetar a produção de lactase, causando sintomas de intolerância. 

Quais são os sintomas da intolerância à lactose? 

Uma pessoa com intolerância à lactose pode sofrer de diarreia, dores de barriga, inchaço ou gases de meia hora a duas horas depois de tomar leite (qualquer tipo, até o materno) ou de consumir algum tipo de derivado de leite. 

Há pessoas intolerantes à lactose que só passam mal quando tomam leite, mas que suportam bem os outros derivados, como queijo e iogurte. Sorvete à base de leite costuma provocar sintomas mais fortes. 
E há pessoas mais sensíveis, que já se sentem mal só com um pouquinho de leite ou derivados. Se seu filho mostra sinais de desconforto sempre depois de mamar, converse com o pediatra e levante a hipótese da intolerância. 

Há um jeito de diagnosticar com certeza a intolerância à lactose? 

O diagnóstico muitas vezes é feito só de forma clínica, ou seja, observando os sintomas. Se o médico sugerir eliminar por alguns dias a lactose da alimentação da criança e os sintomas desaparecerem, provavelmente estará estabelecido que se trata de intolerância (ou alergia, que pode ter sintomas parecidos). 

Existem exames para medir a absorção de lactose, mas eles são desagradáveis e trabalhosos (incluem várias retiradas de sangue no mesmo dia, por exemplo), por isso muitos médicos acham desnecessário realizá-los. 

Existe tratamento para a intolerância à lactose? 


Para bebês, o único tratamento é evitar os derivados de leite. Se você amamenta, terá de evitar também esses produtos. Fique de olho porque às vezes há leite em produtos que você não imagina. Leia as embalagens. 

Mas lembre-se de que é bastante improvável que um bebê tenha intolerância à lactose. Sempre converse com o médico antes de mudar a alimentação da criança. 
E tenha em mente que a intolerância à lactose é diferente da alergia. Na alergia, a reação acontece a qualquer contato com a substância. Na intolerância, a quantidade conta. Por isso, há crianças que podem tomar um copo ou mamadeira de leite sem passar mal, desde que não abusem, e outras que já sentem dor de barriga só de provar um brigadeiro. 
Se seu filho tem intolerância, você pode ir experimentando para ver que tipos de alimento ele consegue comer sem ser incomodado pelos gases e pela diarreia. 
Caso seu médico decida eliminar os derivados de leite da alimentação da criança, é preciso ficar de olho para ver se ela está recebendo todos os nutrientes de que precisa. O cálcio, por exemplo, pode ser obtido em verduras e em produtos industrializados enriquecidos com a substância, como cereais. 
Outros nutrientes normalmente fornecidos pelo leite são as vitaminas A e D, a riboflavina e o fósforo. Pode ser necessário consultar um nutricionista para ajustar a alimentação. 
Você também pode procurar produtos com lactose reduzida, cada vez mais disponíveis nas prateleiras dos supermercados nas grandes cidades. Mas só troque o leite da criança depois de conversar com o pediatra, porque na maioria das vezes o leite com lactose reduzida não é integral, a versão recomendada para crianças pequenas. 



Fonte:Escrito para o BabyCenter Brasil

terça-feira, 26 de junho de 2012

Pediatrio - O Trio de pediatras: Leite de soja: posso ou não posso dar?

Pediatrio - O Trio de pediatras: Leite de soja: posso ou não posso dar?: Nos últimos tempos, uma pergunta tem sido recorrente no consultório :-" Posso dar leite de soja para minha criança? Ouvi dizer que o ... leite de soja faz mal e fiquei na dúvida..."
Antes de responder a esta questão, é importante saber qual a idade da criança. Isto, porque, recentemente, as recomendações para a nutrição de bebês menores de 1 ano de idade estabeleceram que o leite de soja não seria recomendável neste período, por haver uma necessidade de nutrientes que somente o leite materno e as fórmulas lácteas ( que são à base de leite de vaca com adição de uma série de compostos) seriam capazes de fornecer, sendo que há ainda, sem dúvida, uma superioridade do leite materno. Portanto, leite de soja, só a partir de 1 ano de idade.


Entre 1 e 2 anos de idade, muitas crianças descobrem o leite de soja e se apaixonam, pelo seu sabor mais doce e, algumas vezes, por terem enjoado do leite de vaca. É aí que surge a dúvida: dar ou não dar leite de soja. A soja e o leite de soja possuem isoflavonas, que são moléculas que interagem com os receptores de estrógeno, possuindo um leve efeito estrogênico. Porém, como este efeito é muito fraco, estas moléculas poderiam até mesmo competir com os estrógenos naturais do organismo, quando estes estão altos. É por este motivo que se diz que a soja seria um preventivo de câncer de mama e teria efeitos benéficos na menopausa. Porém, em crianças, que ainda estão em desenvolvimento, o receio seria justamente a ação hormonal que trouxesse uma puberdade precoce em meninas ou um efeito feminilizante em meninos. Segundo o Dr. Walter Willett, da Universidade de Harvard, nos EUA, as evidências não são conclusivas e ainda há muito a ser aprendido. Sabe-se, por exemplo, que o leite de vaca contém uma série de hormônios, incluindo estrógenos e não se conhecem seus efeitos de longo prazo. Por outro lado, há muitos séculos, as pessoas consomem soja e seus derivados durante sua vida, sem efeitos deletérios aparentes.

A recomendação do Dr. Walter Willett, que me parece bastante apropriada, é de que, onde há certa insegurança, o exagero pode não ser uma atitude inteligente. Portanto, a recomendação para crianças seria de 1 a 2 copos de leite de soja por dia, o que equivaleria a aproximadamente 500 ml (atenção: isto vale também para os sucos de soja). Cá para nós, mais do que isto, acaba mesmo sendo um exagero.
O leite de soja é um alimento menos calórico, com menos gordura, sem colesterol e uma boa alternativa para quem é alérgico ao leite de vaca ou intolerante à lactose. Porém, lembre-se que, mesmo que o leite de soja seja acrescido de cálcio, os grãos de soja possuem fitatos, que diminuem a absorção de cálcio. Há estudos mostrando que o organismo só absorve aproximadamente 75% do cálcio disponível no leite de soja. Isto quer dizer que, se sua criança só toma leite de soja, ela deve consumir outros alimentos ricos em cálcio, como iogurtes, queijos, brócolis ou feijão branco, caso contrário, poderá ser necessário uma reposição de cálcio pelo pediatra. 


terça-feira, 19 de junho de 2012

Indignação


Desculpem, usar o espaço para um desabafo, mas preciso!!!



Na escola do meu filho, uma mãe fará festinha de 3 anos da filha dela. Ela foi super fofa, tentou que tivessem várias coisas para João poder comer. Ela vai fazer a festa com alguém que trabalha na cantina da escola, q faz festas nas horas vagas. Pegou receitas de bolo(uma outra mãe da turma mandou) e brigadeiro de colher (eu mandei). 
Aí, agora, a mulher que vai fazer, disse que Não irá preparar do jeito que pedimos(que nossos filhos poderiam comer), porque a receita não é boa suficiente, não ficaria na qualidade das coisas dela. A receita poderia ser uma grande porcaria, a questão aqui não era a droga do trabalho dela, e sim a Inclusão de crianças na festa!! Pelo Egoísmo de uma profissional, meu filho será, mais uma vez, excluído. E ainda, é uma profissional ruim, pq se fosse boa, tentaria melhorar a receita e daria um jeito. Ao invés de agradar mães, que fariam uma super propaganda dela, já que estaria incluindo nossos filhos, a burra conseguiu mais que desagradar, farei questão de falar a verdade sobre ela, UMA PROFISSIONAL QUE É EGOÍSTA E INCAPAZ. 
Quando se vai a um prédio e se vê alguém de cadeira rodas que não consegue subir por falta de rampas e/ou elevadores de acesso, Todos ficam indignados, porque isso é exclusão. Quando uma criança com necessidade alimentar especial é renegada por egoísmo é o quê? Nenhum tipo de exclusão pode ser aceita!!!! Principalmente em escolas!!!

terça-feira, 12 de junho de 2012

Queijo vegetal

  Obaaa, meu queijo vegetal acabou de chegar!!! Indo agora para cozinha testar e volto mais tarde para contar. Tem que dar certo, estou bastante esperançosa e empolgada.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Papinha de manga

  Continuando na busca de aumentar a ingestão de cálcio, fiz uma papinha de manga com leite especial. Ficou ótima bem docinha e suave. Deixei no congelador para virar sorvetinho, mas acabou que João quis a temperatura ambiente mesmo e deixei derreter. Ele adorou e comeu tudo!!